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Genes Involved In Antibiotic Resistance Vary Within A Species
ScienceDaily (Dec. 24, 2008) — The recent emergence of multidrug resistance (MDR) in Acinetobacter baumannii, a bacteria that causes infections primarily among seriously ill patients in the intensive care unit who may have reduced immune systems, has raised concern in health care settings worldwide. When comparing the genome sequence of three MDR A. baumannii isolates and three drug-susceptible A. baumannii isolates, Case Western Reserve University School of Medicine found that one variation of bacteria would respond to antibiotics while another variation of the same bacteria may not.
See also:
Plants & Animals
* Bacteria
* Microbes and More
* Evolutionary Biology
* Genetics
* Microbiology
* Extreme Survival
Reference
* Antibiotic resistance
* Penicillin-like antibiotics
* Upper respiratory tract infection
* Computational genomics
A. baumannii is currently recognized by the Infectious Diseases Society of America as one of the most important pathogens threatening our health care delivery system.
Over the last 10-15 years, A. baumannii has become increasingly resistant to antibiotics and now more than one-third of infections are MDR, which means these pathogens are resistant to at least three different classes of antibiotics. This pattern of resistance to many antibiotics limits the ability of physicians to treat serious infections caused by A. baumannii.
The study was led by Mark Adams, Ph.D., Associate Professor in the Department of Genetics at Case Western Reserve University School of Medicine.
Adams first sequenced the genome of an MDR isolate and his collaborator in Buffalo, Steven Gill, Ph.D., Associate Professor of Oral Biology at SUNY Buffalo, sequenced two drug susceptible isolates to learn more about the genes (the genome contains the complete set of genes) that control resistance to antibiotics. Adams then compared the new sequence with genomes of other MDR and drug susceptible isolates, comparing six complete genomes.
What they found is that within a hospital or even a person, there can be a variation within the bacteria which means that it can affect how the infection reacts to antibiotics.
"A key conclusion of our study is that even very closely related isolates of A. baumannii can differ significantly in the set of resistance genes that they carry," said Adams. "It is known that resistance genes can be shared between bacteria (horizontal gene transfer), and it appears that this is a frequent event, with genes entering a genome and being deleted even across a single outbreak."
"We used to think—you treat this bacteria with this drug—but now we know that you have to look more carefully not just at the bacteria but at each one's genetic characteristics," said Adams. "This is an argument for targeted therapy in infectious disease because you want to select an antibiotic that will be effective against the particular genetic characteristics of the bug that's causing the infection."
The scientists also found that each isolate has a somewhat different set of genes.
"About three-fourths of the genes are shared by all the isolates, while the remainder are unique to different subsets," said Adams. "We identified 475 genes that are shared by all six clinical isolates of A. baumannii but are not present in a closely related Acinetobacter species that does not cause infections. These genes merit further study to help figure out what makes A. baumannii able to live in association with humans and cause disease."
Funding was provided by a grant from Steris Foundation to Adams and by funding from the National Institutes of Health to a collaborator in this study, Robert Bonomo, M.D., Associate Professor of Medicine, Pharmacology and Molecular Biology and Microbiology at Case Western Reserve University School of Medicine, and Geriatric Research, Education and Clinical Center and Infectious Diseases at Louis Stokes Cleveland Department of Veteran Affairs Medical Center. Dr. Bonomo published an article in 2006 about an initial outbreak at Walter Reed where a number of soldiers had the same bacteria but it was treated differently based on its genetic variations.
Journal reference:
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Bactéria Acinetobacter baumannii
Vítimas de violência são infectadas por superbactéria hospitalar
Exames revelaram infecção de médico baleado e mulher ferida por pedra.
Secretaria de Saúde nega incidência de bactéria em suas unidades.
Daniella Clark Do G1, no Rio
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Ampliar Foto Foto: Arquivo pessoal Foto: Arquivo pessoal
Segundo o Hospital Barra D´or, Ciléia Cordeiro já estava com a bactéria quando deu entrada na unidade (Foto: Arquivo pessoal)
Duas vítimas da violência do Rio foram infectadas por uma superbactéria hospitalar: o médico Paulo Athayde Lopes, de 53 anos, baleado em 26 de agosto durante um assalto na Zona Sul do Rio, e a professora Ciléia Cordeiro, de 27 anos, atingida no rosto em setembro por um bloco de concreto numa tentativa de assalto na Linha Amarela. Ambos passaram por hospitais públicos do município, antes de serem transferidos para unidades particulares.
A informação foi divulgada nesta terça-feira (29), na coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, e pelos hospitais particulares onde as vítimas estão internadas.
Segundo a Clínica São Vicente, onde Paulo Athayde está internado em coma induzido desde 27 de agosto, uma cultura de secreção traqueal feita no dia em que o médico deu entrada no hospital revelou que ele já portava a bactéria acinetobacter.
No entanto, segundo a assessoria de imprensa do hospital, apesar de estar recebendo tratamento para eliminá-la, o médico continua infectado. Ele permanece internado em coma induzido e, ainda segundo a assessoria, seu estado de saúde é estável. O hospital informou ainda não ter como identificar onde o médico foi infectado.
Ampliar Foto Foto: Reprodução TV Globo Foto: Reprodução TV Globo
O Dr. Paulo Athayde, que está em coma induzido desde setembro: exame identificou superbactéria (Foto: Reprodução TV Globo)
Antes de dar entrada na Clínica São Vicente, Paulo Athayde foi atendido no Hospital municipal Miguel Couto, no Leblon, na Zona Sul do Rio. Procurada pelo G1, a Secretaria municipal de Saúde informou que desconhece a existência dessa bactéria na unidade e que o médico teria permanecido apenas duas horas no hospital.
Secretaria alega que exame não indicou bactéria
Já Ciléia Cordeiro ficou internada de 6 a 11 de setembro no Hospital municipal Salgado Filho, no Méier, subúrbio do Rio. A Secretaria informou que também não há registro da superbactéria na unidade.
De acordo com a assessoria de imprensa, a professora foi monitorada durante o período de internação e não teria apresentado febre ou nenhum dos sintomas da bactéria. Antes de ser transferida para um hospital particular, a professora teria passado por uma série de exames que, segundo a Secretaria, não identificaram a bactéria em seu organismo.
A assessoria de imprensa do Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, informou apenas que a paciente já chegou à unidade com a bactéria. Ciléia, que continua internada, saiu do coma induzido e já respira sem a ajuda de aparelhos.
Bactéria é resistente a vários medicamentos
Segundo o infectologista Edimilson Migowski, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), essa superbactéria é frequente em hospitais que fazem uso de antibióticos. Sua incidência é maior, no entanto, em locais com menores condições de higiene e com maior sobrecarga de trabalho.
Migowski explica ainda que Paulo Athayde, por ser médico, poderia ser portador da bactéria sem apresentar os sintomas, por ser “imunocompetente”.
Segundo o especialista, a acinetobacter é resistente a vários medicamentos e pode levar a uma infecção generalizada em pacientes imunodeprimidos, causando, eventualmente, até a morte.
“São dois fatores complicadores, o perfil de resistência da bactéria a antibióticos em alguém que já tem um quadro comprometido”, explica.
Exames revelaram infecção de médico baleado e mulher ferida por pedra.
Secretaria de Saúde nega incidência de bactéria em suas unidades.
Daniella Clark Do G1, no Rio
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Segundo o Hospital Barra D´or, Ciléia Cordeiro já estava com a bactéria quando deu entrada na unidade (Foto: Arquivo pessoal)
Duas vítimas da violência do Rio foram infectadas por uma superbactéria hospitalar: o médico Paulo Athayde Lopes, de 53 anos, baleado em 26 de agosto durante um assalto na Zona Sul do Rio, e a professora Ciléia Cordeiro, de 27 anos, atingida no rosto em setembro por um bloco de concreto numa tentativa de assalto na Linha Amarela. Ambos passaram por hospitais públicos do município, antes de serem transferidos para unidades particulares.
A informação foi divulgada nesta terça-feira (29), na coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, e pelos hospitais particulares onde as vítimas estão internadas.
Segundo a Clínica São Vicente, onde Paulo Athayde está internado em coma induzido desde 27 de agosto, uma cultura de secreção traqueal feita no dia em que o médico deu entrada no hospital revelou que ele já portava a bactéria acinetobacter.
No entanto, segundo a assessoria de imprensa do hospital, apesar de estar recebendo tratamento para eliminá-la, o médico continua infectado. Ele permanece internado em coma induzido e, ainda segundo a assessoria, seu estado de saúde é estável. O hospital informou ainda não ter como identificar onde o médico foi infectado.
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O Dr. Paulo Athayde, que está em coma induzido desde setembro: exame identificou superbactéria (Foto: Reprodução TV Globo)
Antes de dar entrada na Clínica São Vicente, Paulo Athayde foi atendido no Hospital municipal Miguel Couto, no Leblon, na Zona Sul do Rio. Procurada pelo G1, a Secretaria municipal de Saúde informou que desconhece a existência dessa bactéria na unidade e que o médico teria permanecido apenas duas horas no hospital.
Secretaria alega que exame não indicou bactéria
Já Ciléia Cordeiro ficou internada de 6 a 11 de setembro no Hospital municipal Salgado Filho, no Méier, subúrbio do Rio. A Secretaria informou que também não há registro da superbactéria na unidade.
De acordo com a assessoria de imprensa, a professora foi monitorada durante o período de internação e não teria apresentado febre ou nenhum dos sintomas da bactéria. Antes de ser transferida para um hospital particular, a professora teria passado por uma série de exames que, segundo a Secretaria, não identificaram a bactéria em seu organismo.
A assessoria de imprensa do Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, informou apenas que a paciente já chegou à unidade com a bactéria. Ciléia, que continua internada, saiu do coma induzido e já respira sem a ajuda de aparelhos.
Bactéria é resistente a vários medicamentos
Segundo o infectologista Edimilson Migowski, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), essa superbactéria é frequente em hospitais que fazem uso de antibióticos. Sua incidência é maior, no entanto, em locais com menores condições de higiene e com maior sobrecarga de trabalho.
Migowski explica ainda que Paulo Athayde, por ser médico, poderia ser portador da bactéria sem apresentar os sintomas, por ser “imunocompetente”.
Segundo o especialista, a acinetobacter é resistente a vários medicamentos e pode levar a uma infecção generalizada em pacientes imunodeprimidos, causando, eventualmente, até a morte.
“São dois fatores complicadores, o perfil de resistência da bactéria a antibióticos em alguém que já tem um quadro comprometido”, explica.
Viagem ao Recife
Dia 17 de setembro seguimos como de costume para o Recife; almoçamos na casa de tia Ilda que se encontra em condições precárias de saúde; eu também me resfriei todo o tempo e sábado 19 ,fomos com Alex e Rosalie para o Beach Class; permanece com a alimentação muito fraca e cara; passei toda a semana com gripe, saindo esporadicamente; na sexta feira dia 25 seguimos para Porto de táxi, com o sr Caetano, um táxi do Recife ao custo de $100; ficamos hospedados no Luar das Marés que continua ótimo mas com diárias subindo velozmente, para a casa de R$ 190/dia; no domingo 20 tive mal estar pela manhã e retornamos ao Recife com febre de 38º; Alex me medicou com paracetamol 750 mg e constatou uma erisipela severa na perna esquerda; entramos com antibiótico Tamiram da Eurofarma(levofloxacino)e antinflamatório(Nisulide 2X ao dia); tivemos que adiar nosso embarque de volta de 28 para 01 de outubro devido à forte infecção; hoje dia 30 de setembro o processo começa a recuperar a normalidade e aguardamos o embarque para amanhã.
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