quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Filhos da Prostituta
FILHOS DA PROSTITUTA... SENSACIONAL!-Bem legal, e esta história é VERÍDICA:O sujeito se chama Marc Faber, e é norte-americano- Ele é Analista de Investimentos e empresário.Em junho de 2008, quando o Governo Bush estudava lançar um projeto de ajuda à economia americana, Marc Faber encerrava seu boletim mensal com um comentário bem-humorado: "O Governo Federal está concedendo a cada um de nós uma bolsa de U$ 600,00." Se gastarmos esse dinheiro no supermercado Walt-Mart, esse dinheiro vai para a China. Se gastarmos com gasolina, vai para os árabes. Se comprarmos um computador, vai para a Índia. Se comprarmos frutas e vegetais, irá para o México, Honduras e Guatemala. Se comprarmos um bom carro, irá para a Alemanha ou Japão. Se comprarmos bugigangas, irá para Taiwan.... E nenhum centavo desse dinheiro ajudará a economia americana. O único meio de manter esse dinheiro na América é gastá-lo com prostitutas e cerveja, considerando que são os únicos bens ainda produzidos por aqui. Estou fazendo a minha parte... Resposta de um brasileiro igualmente bem humorado: "Realmente a situação dos americanos parece cada vez pior." Lamento informar que, depois desse seu e-mail, a Budweiser foi comprada pela brasileira AmBev... portanto, restaram apenas as prostitutas.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
O pré-sal e o etanol-8-2-2011 FSP
ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE
A despeito da inquestionável competência da Petrobras, é imensa a vantagem do etanol sobre o petróleo do pré-sal quanto à sustentabilidade
De acordo com as últimas avaliações da Petrobras, a reserva total do pré-sal soma cerca de 13 bilhões de barris, o que corresponde a aproximadamente 1% das reservas restantes mundiais e que nada significaria para a humanidade quanto ao deslocamento do pico de produção.
Admitindo um tempo de vida de 80 anos para as reservas dos campos do pré-sal, calculamos que sua contribuição será, em média, de aproximadamente 20% acima da atual produção nacional.
Por outro lado, com o barril de petróleo a preços superiores a US$ 90, até as avaliações menos otimistas de custos de produção do barril de petróleo do pré-sal talvez justificassem o investimento.
Para a comparação de vantagens financeiras entre combustíveis são essenciais duas variáveis: os custos de produção da unidade de energia e os custos de investimento por unidade de energia por dia.
Pois bem, dentro dos limites tecnológicos atuais, o melhor que se pode esperar para o pré-sal é um custo de produção de pelo menos o dobro daquele da produção de etanol. Quanto aos custos de investimento, tudo parece indicar que a situação é ainda pior para o pré-sal.
Um terceiro fator a ser considerado é o risco financeiro.
Em primeiro lugar, há a questão de um mercado cujos governos encontram sucessivos sofismas para retardar a penetração do etanol brasileiro. Por outro lado, os riscos de produção do etanol são ínfimos em comparação com os do petróleo do pré-sal, cuja tecnologia de extração ainda não está desenvolvida.
Consideremos agora a questão da sustentabilidade e, sob esse aspecto, do aquecimento global. Enquanto o petróleo é o problema, o etanol de cana-de-açúcar é a solução. Mas não é apenas sob esse importante ângulo de sustentabilidade que a imensa superioridade do etanol sobre o petróleo do pré-sal deve ser considerada.
Risco de vazamento a grandes profundidades e sob altas pressões são imprevisíveis. Portanto, a despeito da inquestionável competência técnica da Petrobras, é imensa a vantagem do etanol sobre o petróleo do pré-sal sob qualquer aspecto de sustentabilidade.
Enquanto a produção de etanol é intensiva em mão de obra, a de petróleo o é em capital, o que é uma desvantagem para um país em desenvolvimento, em que o crescimento populacional exige a criação de empregos em vários níveis de especialização. Portanto, também sob o ponto de vista social, o etanol é preferível ao petróleo do pré-sal.
Com apenas 8% dos 200 milhões de hectares de pastagem, seria possível substituir por etanol 5% da gasolina consumida no planeta. Ou seja, a opção pelo etanol nessa medida, bastante conservadora, proporcionaria uma produção de combustível líquido entre três e quatro vezes maior que todo o petróleo do pré-sal até hoje confirmado, e não apenas por 60 ou 80 anos, mas indefinidamente.
Se tudo o que foi dito aqui é verdade, ou pelo menos verossímil, então como se explica a opção pelo pré-sal? Ou é um grande equívoco ou é uma revelação. A imensa intuição do presidente Lula deve ter percebido que o Brasil, nesse estado juvenil de desenvolvimento em que se encontra, precisa de um projeto nacional, pioneiro. Precisa de seu "homem na Lua".
Enquanto o etanol seria só um pouco mais da mesmice prosaica do século passado, o pré-sal, com seus imensos desafios tecnológicos e financeiros, seria a bandeira do desenvolvimentismo ousado, para não dizer agressivo, que deveria propelir o país no século 21. O Brasil chegaria, assim, mais fundo, aonde nenhum outro país teria ousado ir.
ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE, 79, físico, é professor emérito da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), presidente do Conselho de Administração da ABTLuS (Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron) e membro do Conselho Editorial da Folha.
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal.
A despeito da inquestionável competência da Petrobras, é imensa a vantagem do etanol sobre o petróleo do pré-sal quanto à sustentabilidade
De acordo com as últimas avaliações da Petrobras, a reserva total do pré-sal soma cerca de 13 bilhões de barris, o que corresponde a aproximadamente 1% das reservas restantes mundiais e que nada significaria para a humanidade quanto ao deslocamento do pico de produção.
Admitindo um tempo de vida de 80 anos para as reservas dos campos do pré-sal, calculamos que sua contribuição será, em média, de aproximadamente 20% acima da atual produção nacional.
Por outro lado, com o barril de petróleo a preços superiores a US$ 90, até as avaliações menos otimistas de custos de produção do barril de petróleo do pré-sal talvez justificassem o investimento.
Para a comparação de vantagens financeiras entre combustíveis são essenciais duas variáveis: os custos de produção da unidade de energia e os custos de investimento por unidade de energia por dia.
Pois bem, dentro dos limites tecnológicos atuais, o melhor que se pode esperar para o pré-sal é um custo de produção de pelo menos o dobro daquele da produção de etanol. Quanto aos custos de investimento, tudo parece indicar que a situação é ainda pior para o pré-sal.
Um terceiro fator a ser considerado é o risco financeiro.
Em primeiro lugar, há a questão de um mercado cujos governos encontram sucessivos sofismas para retardar a penetração do etanol brasileiro. Por outro lado, os riscos de produção do etanol são ínfimos em comparação com os do petróleo do pré-sal, cuja tecnologia de extração ainda não está desenvolvida.
Consideremos agora a questão da sustentabilidade e, sob esse aspecto, do aquecimento global. Enquanto o petróleo é o problema, o etanol de cana-de-açúcar é a solução. Mas não é apenas sob esse importante ângulo de sustentabilidade que a imensa superioridade do etanol sobre o petróleo do pré-sal deve ser considerada.
Risco de vazamento a grandes profundidades e sob altas pressões são imprevisíveis. Portanto, a despeito da inquestionável competência técnica da Petrobras, é imensa a vantagem do etanol sobre o petróleo do pré-sal sob qualquer aspecto de sustentabilidade.
Enquanto a produção de etanol é intensiva em mão de obra, a de petróleo o é em capital, o que é uma desvantagem para um país em desenvolvimento, em que o crescimento populacional exige a criação de empregos em vários níveis de especialização. Portanto, também sob o ponto de vista social, o etanol é preferível ao petróleo do pré-sal.
Com apenas 8% dos 200 milhões de hectares de pastagem, seria possível substituir por etanol 5% da gasolina consumida no planeta. Ou seja, a opção pelo etanol nessa medida, bastante conservadora, proporcionaria uma produção de combustível líquido entre três e quatro vezes maior que todo o petróleo do pré-sal até hoje confirmado, e não apenas por 60 ou 80 anos, mas indefinidamente.
Se tudo o que foi dito aqui é verdade, ou pelo menos verossímil, então como se explica a opção pelo pré-sal? Ou é um grande equívoco ou é uma revelação. A imensa intuição do presidente Lula deve ter percebido que o Brasil, nesse estado juvenil de desenvolvimento em que se encontra, precisa de um projeto nacional, pioneiro. Precisa de seu "homem na Lua".
Enquanto o etanol seria só um pouco mais da mesmice prosaica do século passado, o pré-sal, com seus imensos desafios tecnológicos e financeiros, seria a bandeira do desenvolvimentismo ousado, para não dizer agressivo, que deveria propelir o país no século 21. O Brasil chegaria, assim, mais fundo, aonde nenhum outro país teria ousado ir.
ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE, 79, físico, é professor emérito da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), presidente do Conselho de Administração da ABTLuS (Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron) e membro do Conselho Editorial da Folha.
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Golda Meir
SEMPRE BOM LEMBRAR DESTAS FRASES INTELIGENTES
> Frases de Golda Meir
> Primeira ministra de Israel, entre 1969 e 1974
>
>
> "Nós podemos perdoá-los por matarem os nossos filhos. Mas jamais os perdoaremos por terem obrigado nossos filhos a matarem os seus". (Para Anuar Sadat, presidente do Egito, antes dos acordos de paz)
> "Eu sempre repeti que em nossas guerras contra os árabes tínhamos uma arma secreta: a falta de alternativa".
> "Muitas vezes fui acusada de conduzir as questões públicas mais com a emoção do que com a razão. Bem... e se for verdade? Aqueles que não sabem chorar com o coração tampouco sabem rir".
> "Tenho uma queixa contra Moshé Rabeinu. Eles nos conduziu durante 40 anos pelo deserto e nos trouxe para um dos raros lugares do Oriente Médio onde não há petróleo".
> "Sou eu quem tem que comandar o relógio e não me deixar ser comandada por ele".
> "Um professor ensina a ler, escrever, calcular e assim por diante. Um educador adiciona a essas matérias algo mais importante: o espírito".
> "Não seja tão humilde. Você não é tão grande como imagina".
> "A paz virá quando os árabes amarem os seus filhos tanto quanto nos odeiam". (Perante o Clube Nacional da Imprensa, em Washington, 1957)
> "Estou convencida de que haverá paz entre Israel e seus vizinhos porque milhões de árabes precisam da paz tanto quanto nós. Uma mãe árabe que perde seu filho no campo de batalha chora tão amargamente quanto uma mãe israelense na mesma condição".
> "Nós devemos considerar que o caminho para a paz pode ser difícil, mas não tão difícil quanto o caminho para a guerra". (Para Sadat, durante sua visita a Jerusalém, 1977)
> "A única alternativa para a guerra é a paz. E a única alternativa para a paz é a negociação".
> "Sionismo e pessimismo são incompatíveis. Um judeu não pode dar-se ao luxo de ser pessimista".
> "Há quem me acuse de ser cínica. Nada disso, Apenas perdi as ilusões".
> "Enfrentar a idade avançada é como estar a bordo de um avião durante uma tempestade. Não há o que fazer. É impossível parar o avião, parar a tempestade ou parar o tempo. Portanto, o melhor é aceitar a situação e seguir em frente, com calma e sabedoria".
> De Richard Nixon para Golda Meir (referindo-se a Henry Kissinger e Abba Eban): "Ambos temos judeus como ministros do exterior". Resposta de Golda Meir: "Certo, só que o inglês do meu é bem melhor".
> "Não posso dizer que as mulheres sejam melhores do que os homens. Mas posso afirmar que não são piores".
> "Não é possível apertar as mãos com os punhos fechados".
> "Nunca aceitei a ideia de que o povo judeu é o povo eleito por D'us. Parece-me mais razoável acreditar que os judeus foram os primeiros na história a eleger D'us - e isso foi uma ideia realmente revolucionária".
> "Ben Gurion costumava dizer, a título de piada, que eu era o único homem em seu gabinete. Eu gostaria de ver como reagiriam alguns dos meus colegas de governo se eu dissesse que ele era a única mulher em meu gabinete".
> "Acredito que teremos paz com os nossos vizinhos, mas estou certa de que ninguém fará paz com um Israel fraco. Se Israel não for forte, não haverá paz".
> "É melhor receber críticas do que condolências".
> "Se os palestinos baixarem as armas, haverá paz. Se os israelenses baixarem as armas, não haverá mais Israel".
> Frases de Golda Meir
> Primeira ministra de Israel, entre 1969 e 1974
>
>
> "Nós podemos perdoá-los por matarem os nossos filhos. Mas jamais os perdoaremos por terem obrigado nossos filhos a matarem os seus". (Para Anuar Sadat, presidente do Egito, antes dos acordos de paz)
> "Eu sempre repeti que em nossas guerras contra os árabes tínhamos uma arma secreta: a falta de alternativa".
> "Muitas vezes fui acusada de conduzir as questões públicas mais com a emoção do que com a razão. Bem... e se for verdade? Aqueles que não sabem chorar com o coração tampouco sabem rir".
> "Tenho uma queixa contra Moshé Rabeinu. Eles nos conduziu durante 40 anos pelo deserto e nos trouxe para um dos raros lugares do Oriente Médio onde não há petróleo".
> "Sou eu quem tem que comandar o relógio e não me deixar ser comandada por ele".
> "Um professor ensina a ler, escrever, calcular e assim por diante. Um educador adiciona a essas matérias algo mais importante: o espírito".
> "Não seja tão humilde. Você não é tão grande como imagina".
> "A paz virá quando os árabes amarem os seus filhos tanto quanto nos odeiam". (Perante o Clube Nacional da Imprensa, em Washington, 1957)
> "Estou convencida de que haverá paz entre Israel e seus vizinhos porque milhões de árabes precisam da paz tanto quanto nós. Uma mãe árabe que perde seu filho no campo de batalha chora tão amargamente quanto uma mãe israelense na mesma condição".
> "Nós devemos considerar que o caminho para a paz pode ser difícil, mas não tão difícil quanto o caminho para a guerra". (Para Sadat, durante sua visita a Jerusalém, 1977)
> "A única alternativa para a guerra é a paz. E a única alternativa para a paz é a negociação".
> "Sionismo e pessimismo são incompatíveis. Um judeu não pode dar-se ao luxo de ser pessimista".
> "Há quem me acuse de ser cínica. Nada disso, Apenas perdi as ilusões".
> "Enfrentar a idade avançada é como estar a bordo de um avião durante uma tempestade. Não há o que fazer. É impossível parar o avião, parar a tempestade ou parar o tempo. Portanto, o melhor é aceitar a situação e seguir em frente, com calma e sabedoria".
> De Richard Nixon para Golda Meir (referindo-se a Henry Kissinger e Abba Eban): "Ambos temos judeus como ministros do exterior". Resposta de Golda Meir: "Certo, só que o inglês do meu é bem melhor".
> "Não posso dizer que as mulheres sejam melhores do que os homens. Mas posso afirmar que não são piores".
> "Não é possível apertar as mãos com os punhos fechados".
> "Nunca aceitei a ideia de que o povo judeu é o povo eleito por D'us. Parece-me mais razoável acreditar que os judeus foram os primeiros na história a eleger D'us - e isso foi uma ideia realmente revolucionária".
> "Ben Gurion costumava dizer, a título de piada, que eu era o único homem em seu gabinete. Eu gostaria de ver como reagiriam alguns dos meus colegas de governo se eu dissesse que ele era a única mulher em meu gabinete".
> "Acredito que teremos paz com os nossos vizinhos, mas estou certa de que ninguém fará paz com um Israel fraco. Se Israel não for forte, não haverá paz".
> "É melhor receber críticas do que condolências".
> "Se os palestinos baixarem as armas, haverá paz. Se os israelenses baixarem as armas, não haverá mais Israel".
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